A Polícia Federal prendeu, na terça-feira (3), um homem suspeito de envolvimento em crimes de violência sexual contra crianças no município de Acará, no nordeste do Pará. Durante a operação, os agentes encontraram fotografias e vídeos de abuso sexual infantojuvenil armazenados no celular do investigado.A prisão ocorreu em uma residência situada na zona rural do município, durante o cumprimento de um mandado judicial de busca e apreensão. Ao analisar o aparelho eletrônico do suspeito, os policiais localizaram arquivos com registros de violência sexual contra crianças e adolescentes.CONTEÚDOS RELACIONADOSPF realiza operação contra abuso sexual infantojuvenil em BelémSite facilita denúncias de violência sexual infantilHomem é preso após abuso sexual de adolescente em BelémDiante das evidências encontradas, o homem foi autuado pelos crimes de produção, armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil.Investigação apontou risco de novos crimesAs investigações da Polícia Federal começaram após o recebimento de informações sobre possíveis episódios de estupro envolvendo crianças.No decorrer das diligências, os agentes também reuniram indícios de que o investigado estaria planejando praticar novos crimes contra outras vítimas. A descoberta reforçou a necessidade de atuação policial para impedir possíveis novas ocorrências.Polícia Federal alerta pais e responsáveisApós a operação, a Polícia Federal destacou a importância da participação de pais e responsáveis na proteção de crianças e adolescentes, especialmente no ambiente virtual.A orientação é acompanhar o acesso dos menores à internet, manter conversas frequentes sobre segurança digital e incentivar que situações suspeitas sejam comunicadas a adultos de confiança.A instituição ressaltou que a prevenção e a atenção ao comportamento de crianças e adolescentes são fundamentais para identificar possíveis situações de violência e evitar que novas vítimas sejam atingidas.

Fonte original: http://dol.com.br/noticias/policia/967313/pf-prende-suspeito-de-abuso-sexual-infantil-no-para